Para a Triumph, nada mais icônico do que o nome Trident, que já foi utilizado em duas gerações diferentes de motocicletas da marca. E a boa notícia da hora é que, em 2021, ela voltou para dar nome à nova Naked média da Casa de Hinckley.

É isto mesmo: está de volta – e em formato retrô que muito agrada aos mais nostálgicos.

Vale lembrar que, na primeira “encarnação” da Trident, esta deu nome a uma motocicleta no final dos anos 1960 – a qual também ficou conhecida como Rocket 3 e foi idealizada e executada sob a marca BSA.

Ela era equipada com um motor de três cilindros e 740 cm³, havendo quem diga que, se ela tivesse sido lançada poucos anos antes, teria feito ainda mais sucesso do que, por exemplo, a concorrente Honda CB 750.

Já em sua segunda passagem, o nome Trident foi usado em uma moto do começo dos anos 1990, na época em que a Triumph retomou suas atividades, lançando uma naked de visual esportivo e também dotada de um três cilindros com versões de 750 cm³ e 900 cm³. 

Pouco tempo mais tarde, em 1994, lançou-se a Speed Triple, fazendo com que ela perdesse espaço no line-up da marca inglesa.

A boa notícia é que a nova geração da Trident chega em 2021 como a mais nova aposta da Triumph para o segmento roadster, trazendo design minimalista, alta tecnologia e um novo motor de três cilindros e 660 cm³ capaz de entregar potência máxima de 81 cv em 10.250 rpm e 6.52 kgf.m de torque em 6.250 giros.

E foi pensando nesta versão nova da Triumph e em sua ligação com o passado que o designer italiano Oberdan Bezzi elaborou duas possíveis versões para a nova Trident: BK Concept e Slippery Sam Concept.

A BK Concept apresenta as características de uma esportiva dos anos 1970, com rodas raiadas, escape 3 em 1 e guidão esportivo, além da pintura azul e da placa com o número 11 no mesmo tom da moto que Bepi Koelliker usou para vencer os 500 Km de Monza.

A Slippery Sam Concept, por sua vez, é uma homenagem a Slippery Sam, a mais famosa moto de corrida da Triumph, que tem esse apelido por causa de sua participação no Bol d’Or em 1970, quando o pneu traseiro sofreu com vazamentos de óleo nas curvas. 

Apesar do contratempo, ela terminou a prova na 5ª colocação. Mas a fama veio nos anos seguintes, quando ela obteve cinco vitórias seguidas no lendário TT da Ilha de Man entre 1971 e 1975.

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